dança

BrazilFoundation XVII Gala New York

BrazilFoundation XVII Gala New York 768 461 Ballet Paraisópolis

Ballet Paraisópolis em Nova Iorque

No mês de setembro, vamos representar o Brasil – e a comunidade de Paraisópolis – nos Estados Unidos, como convidados da BrazilFoundation na XVII Gala New York, que acontece dia 12. Na ocasião, mostraremos coreografias nos estilos clássico e contemporâneo, sendo algumas delas premiadas no Festival de Dança de Joinville de 2018 e 2019. O convite para a Gala aconteceu em março, depois que Patrícia Lobaccaro e Júnior Amaro, respectivamente, ex-presidente e diretor da BrazilFoundation – Fundação que mobiliza recursos para ideias e ações que transformam o Brasil –,  visitaram o nosso projeto e assistiram ao espetáculo Marias, apresentado no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer em 23 de novembro de 2018.

Além da noite de apresentação, teremos ainda alguns dias na cidade para participar de aulas e workshops em conceituadas companhias e escolas de dança – como Harlem Dance Theater, Alvin Ailey, La Guardia School, American Ballet Theatre (ABT) e Julliard–, visitar os principais pontos turísticos de Nova Iorque e colocar em prática o inglês. Vai ser muito especial!

“Por ser a nossa primeira viagem internacional e, para alguns, também a primeira de avião, ficamos muito felizes com a oportunidade”, fala Kemilly Luanda Rodrigues da Silva, uma das bailarinas do grupo, formado por 11 alunos, que vai representar o projeto no exterior. “Quem diria que um dia nós estaríamos dançando em Nova Iorque. Acho que depois dessa apresentação, mesmo as pessoas que já nos conhecem vão passar a ver o BP de outra forma. Ver além da comunidade e de tudo o que passa na televisão. Vão conseguir enxergar que aqui nós podemos também.”

#BPemNY

37º Festival de Dança de Joinville

37º Festival de Dança de Joinville 768 461 Ballet Paraisópolis

Contagem regressiva para o Festival de Dança de Joinville

Dia 18 de julho, vamos desembarcar em Joinville – a maior cidade do Estado de Santa Catarina -, que fica na região Sul do país para participar mais uma vez do Festival de Dança de Joinville, que está em sua 37ª edição e acontece de 16 a 27 de julho. É a terceira vez que marcamos presença no evento e a primeira que nossos grupos júnior e sênior se classificam juntos para o festival. No total, teremos 16 bailarinos representando o BP nas apresentações. E a contagem regressiva já começou!

“Estamos muito orgulhosos pela classificação do grupo no festival este ano. Finalmente conseguimos ‘carimbar o passaporte’ de todos para a capital da dança”, fala Monica Tarragó, diretora e professora do Ballet Paraisópolis. “Vamos representar a segunda maior comunidade de São Paulo em meio às maiores escolas do Brasil e da América Latina

O Festival de Dança de Joinville reúne coreografias de gêneros diversos, como balé clássico, contemporâneo, jazz e sapateado e conta com a participação de escolas e companhias de dança do Brasil e do exterior. Além das apresentações de dança exibidas em palcos instalados por vários pontos da cidade, a programação oferece ainda cursos para bailarinos e profissionais da dança, entre outras atrações.

Para quem não sabe, o festival é considerado o maior evento de dança do mundo em número de participantes, segundo o Guiness Book (desde 2005) e deve ser acompanhado por mais de 200 mil pessoas. Vamos participar com 3 coreografias aprovadas para a Mostra Competitiva e 20 para o Palco Aberto, nos gêneros Balé Clássico de Repertório, Balé Neoclássico, Dança Contemporânea e Jazz. Desde já, contamos com a torcida de todos!

#37FestivalDeDançaDeJoinville

Dia Internacional da Dança

Dia Internacional da Dança 2048 1229 Ballet Paraisópolis
A data convida a colocar o corpo em movimento e descobrir (e redescobrir) os encantos da dança

Em 29 de abril é comemorado o Dia Internacional da Dança. A data, instituída em 1982 por iniciativa do Comitê Internacional da Dança (CID) da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), homenageia o mestre francês do balé Jean-Georges Noverre (1727-1810), nascido nesse dia.

Uma das primeiras e mais antigas formas de expressão da humanidade, a dança – em suas diversas modalidades – utiliza o corpo como ferramenta de comunicação e arte. Ajuda a desenvolver o equilíbrio, a coordenação motora, a definir o corpo e traz ainda outros inúmeros benefícios físicos e mentais.

Nos relacionamos com o mundo nos movimentando. Por meio dos movimentos e das narrativas que o corpo é capaz de criar podemos contar histórias. Portanto, a dica para quem ainda está em dúvida sobre qual estilo escolher é calçar a sapatilha, o tênis – ou o sapato mais adequado – e experimentar. O importante é colocar o corpo em movimento e aproveitar cada momento proporcionado pelo prazer de dançar.

Alonga, respira, concentra e foca

Disciplina, vontade, dedicação e foco. Quem decide seguir pelo caminho da dança – e pela futura profissionalização – deve ter essas palavras sempre em mente. Afinal, para subir ao palco e participar de um espetáculo (seja de qual modalidade de dança for), não basta apenas ensaiar e ter uma coreografia decorada. Também é preciso pesquisar e estudar o conceito da montagem, aprender a trabalhar e contribuir com os diversos membros da equipe de sua produção (como coreógrafo, figurinista e cenógrafo) e cuidar do corpo e da alimentação, entre outras atribuições. É preciso muito envolvimento, enquanto pessoa e grupo, para que no dia da apresentação tudo aconteça e termine conforme o planejado: em grande estilo e com muitos aplausos.

Para quem frequenta as salas de dança do Ballet Paraisópolis (BP), esses conceitos e fundamentos já são familiares. Afinal, durante um período de 8 anos, o aluno tem uma longa trajetória de estudos, que começa com um teste de seleção para entrar no projeto e termina com a formação profissional – quando ele se torna apto a ingressar no mercado de trabalho. Até lá, todo dia é dia de estudo e dedicação para que se possa alcançar a leveza e a precisão dos movimentos em sua plenitude. Até lá, todo dia é dia de alongar, respirar, concentrar, focar, vestir o collant, calçar a sapatilha, ensaiar, ensaiar, ensaiar, ensaiar, 1, 2,3,4, plié, tendu, jeté, rond de jambé.

A importância do processo de formação em dança

“Uma coisa é você se preparar para um espetáculo – quando repete uma coreografia à exaustão. A outra é ter o desenvolvimento de uma determinada técnica, aprendendo as partes dos fundamentos. Quando um bailarino se forma, ele se torna muito mais preparado”, fala o coreógrafo e bailarino Raymundo Costa, também coordenador dos Projetos Didáticos no Balé da Cidade de São Paulo. “Nos dias de hoje, é muito importante ter essa formação sólida. E além do balé clássico, é preciso ter conhecimento de outras técnicas de dança”, diz. “A Monica Tarragó [diretora do BP], cada vez mais, procura ferramentas para que os alunos tenham uma formação variada, para que eles consigam se inserir no mercado de trabalho no futuro. Ela busca profissionais capacitados, com formação sólida também. “O trabalho desenvolvido no BP é realmente muito forte.”

“O bailarino precisa organizar conteúdos técnicos e ter domínio do movimento para que consiga ‘conversar em movimento’ em diversos ambientes. E o educador em dança precisa saber como promover esses estímulos no bailarino. Isso é educação em dança. É isso o que fazemos aqui”, acrescenta Fabricio Domenichelli, educador em dança e professor de balé do Ballet Paraisópolis há quase três anos. “Entendo, acredito e defendo a linguagem da dança de uma forma educacional. Dá para aprender com dança, já que existem conteúdos na área que ajudam a transformar perspectivas de vida”, fala. “O que vejo acontecer no BP é uma educação que evolve a consciência do ser de forma orgânica. O aluno passa a entender o próprio corpo em diversos contextos – adquirindo domínio sobre ele e sobre as relações que vai construir por meio dele – e se torna uma pessoa mais crítica e autêntica. Acho que é esse o grande ‘gancho’ que a dança pode proporcionar.”

#DiaInternacionalDaDança

Audiodescrição, você sabe o que é?

Audiodescrição, você sabe o que é? 2048 1229 Ballet Paraisópolis

Oi pessoal, tudo bem?

No post de hoje revelaremos uma surpresa incrível que teremos em nosso espetáculo #Marias que acontecerá no dia 23 de novembro às 20h no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer.

Este será um evento muito especial, pois conseguiremos levar ao palco todos os nossos alunos em uma apresentação inédita. E como não queremos que ninguém fique de fora e também possa prestigiar esse espetáculo, contaremos com audiodescrição e tradução simultânea em libras durante toda apresentação. Incrível, não é mesmo?

Mas, vem cá, você sabe o que é audiodescrição?

A audiodescrição é…. espera, vamos deixar a audiodescritora Lívia Motta contar para vocês o que é e como será feito esse trabalho no dia 23 de novembro.

“O lindo espetáculo “Marias” que será apresentado pelo Ballet Paraisópolis, no dia 23 de novembro (sexta feira) no Auditório Ibirapuera, poderá ser assistido também por pessoas com deficiência visual, pois contará com audiodescrição. Este fantástico recurso de acessibilidade comunicacional amplia o entendimento e permite que as pessoas com deficiência visual possam entender e apreciar o espetáculo em igualdade de condições.

Audiodescrever um espetáculo de dança é um trabalho delicado e minucioso que precisa, necessariamente, incluir leveza na escolha das palavras, musicalidade na voz para narrar os movimentos e conhecimento de termos técnicos que traduzem os passos. Transformamos os movimentos delicados e elaborados do ballet, os lindos figurinos de muitos tutus pratos e românticos, a suave iluminação, o lindo cenário, em palavras. Tecemos ligações com o tema, com os argumentos das coreografias. Tudo isso, “junto e misturado”, para criar um todo significativo e compor um roteiro que acompanhe a estética do espetáculo.

Fotografia colorida de várias pessoas com deficiência visual na plateia de um teatro, usando fones de ouvido para audiodescrição. (Foto: Raoni Reis)

“Este fantástico recurso de acessibilidade comunicacional amplia o entendimento e permite que as pessoas com deficiência visual possam entender e apreciar o espetáculo em igualdade de condições.

 

Comecei a incluir termos mais técnicos na audiodescrição dos espetáculos de ballet, como os nomes, na sua grande maioria franceses, de passos elaborados, posturas, flexões e saltos. Para isso, tive que buscar literatura, contar com a ajuda dos coreógrafos e também dos próprios bailarinos. Mas foi o feedback de bailarinas com deficiência visual que assistiram ao espetáculo Quebra Nozes, realizado no Teatro Alfa no final de 2011, que foi determinante para isso, deixando evidente a necessidade de introduzir mais termos técnicos na audiodescrição, todos eles com uma breve explicação. Desta forma, é possível atender as expectativas tanto de leigos que podem conhecer e ampliar seu repertório cultural, como de profissionais da dança.

A possibilidade de ver com palavras um espetáculo permite as pessoas com deficiência visual o acesso a todas as informações visuais e, para os videntes, oferece uma oportunidade de entender mais sobre o enredo e os detalhes da apresentação. Com isso, é garantido o acesso a todos os telespectadores, os quais, ampliam o seu repertório cultural e desenvolvem o senso de observação.”

Texto de Lívia Motta, audiodescritora, formadora de audiodescritores e diretora da empresa VER COM PALAVRAS AUDIODESCRIÇÃO.

#MARIAS

Temporada 2018, SPCD no Teatro Alfa

Temporada 2018, SPCD no Teatro Alfa 768 461 Ballet Paraisópolis

Oi pessoal, tudo bem?

Estamos de volta aqui no #BlogBP para compartilhar com vocês nossa ida ao Teatro Alfa, no dia 16 de setembro, para assistir a São Paulo Companhia de Dança. O espetáculo contou com três coreografias do repertório da companhia e nossas alunas vão contar um pouco de como foi a experiência delas nesse dia.

“Fui convidada pelo Ballet Paraisópolis para assistir a uma apresentação no Teatro Alfa da São Paulo Companhia de Dança, que apresentou três coreografias: “Melhor Único Dia”, “14’20”, e “Odisséia”. O primeiro balé é uma obra contemporânea muito bem apresentada, repleta de movimentos diferentes, que chamou minha atenção e mostrou bem a intenção de que devemos viver cada dia como se fosse o último. O segundo balé foi o que mais me prendeu. Foi um duo contemporâneo muito interessante, com belos bailarinos que souberam interpretar, através da dança, as questões de tempo, amor, vida e morte.” Ass.: Priscila Pinheiro

“A primeira coreografia, chamada Melhor Único Dia, nós já conhecíamos, pois em uma visita da bailarina Beatriz Hack no projeto, aprendemos alguns passos. Tanto é que quando os bailarinos começaram a dançar, a gente começou a dançar junto. O espetáculo que eles fizeram foi tão deslumbrante que nós, que estávamos na platéia, conseguimos sentir e enxergar o que eles queriam passar, o sentimento, a agonia e a história. É inexplicável a energia e a inspiração que eles passam. Saio de lá querendo dançar mais e mais.”Ass.: Kemilly Luanda

“Nós bailarinos temos que ganhar o público, mas não apenas com beleza e sim com a alma, com o corpo e com o coração.” Ass.: Mariana Farias

#SPCD

Romeu e Julieta, Ballet de Santiago no Teatro Alfa

Romeu e Julieta, Ballet de Santiago no Teatro Alfa 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal.

Por acaso vocês já assistiram ao famoso balé de repertório “Romeu Julieta”?

Bom, no dia 18 de agosto, sábado, fomos até o Teatro Alfa e tivemos a oportunidade de levar 10 alunos para assistirem a releitura dessa clássica história de amor que há séculos encanta o público em todo o mundo.

A obra foi apresentada pela companhia chilena Ballet de Santiago, a qual tem como diretora desde 2004, a consagrada brasileira Marcia Haydée. Considerada uma das mais importantes coreografias do repertório da dança clássica, o balé “Romeu e Julieta”, releitura da famosa obra de Prokofiev baseada na peça de Shakespeare é uma interpretação rigorosa e divertida do clássico.

Confira nos depoimentos de nossos alunos  como foi essa noite especial no Teatro Alfa.

Sábado, dia 18 de agosto, recebemos um convite para assistir “Romeu e Julieta” no Teatro Alfa. Foi incrível, eu presenciei a história de um romance antigo. O que mais me impressionou foi a Julieta, ela me encantou, não só pelos seus movimentos e técnica, mas pelo seu romance com o Romeu. Me fez entender como entrar no personagem, como mostrar amor pela dança com técnica e prazer, eles me arrepiaram do pé até os últimos fios de cabelo. Ass: Mariana Farias

Foi a primeira vez que assisti esse ballet e foi muito mais do que imaginava. Sai do Teatro encantada com o que vi e vou levar para vida como inspiração, tanto da técnica como das expressões faciais que foram feitas pelos bailarinos. Ass: Giovana Ferreira

 O cenário foi espetacular. Gostei muito, pois eu nunca tinha visto de perto a troca de um cenário e foi tudo muito rápido, bastante divertido. Ass: Tamires Caroline

É um ballet dramático que possui muitas interpretações, intenções e depende muito dos bailarinos para ser bem entendido pelos telespectadores. A primeira bailarina foi simplesmente perfeita para o papel de Julieta, ela soube interpretar muito bem e tinha um físico maravilhoso, fiquei encantada com essa bailarina e espero ver mais físicos assim na minha vida. Espero ter outras oportunidades como esta, já fui algumas vezes no Teatro Alfa e sempre parece que é a primeira vez que que vejo ele. É o meu Teatro preferido, gostaria que todos tivessem essa oportunidade alguma vez na vida, é uma experiência única e emocionante. Obrigado Ballet Paraisópolis! Ass: Priscila Pinheiro

#Romeu&Julieta

A Gala do Balé da Cidade de São Paulo

A Gala do Balé da Cidade de São Paulo 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal.

No dia 11 de agosto, sábado, fomos convidados para assistir a Gala do Balé da Cidade de São Paulo. O evento aconteceu em comemoração aos 50 anos do BCSP e promoveu o encontro de três grandes companhias: Balé da Cidade de SP, São Paulo Companhia de Dança e Balé do Theatro Municipal do Rio do Janeiro, as quais dividiram o palco do Theatro Municipal de SP, unindo a dança clássica com o contemporâneo.

A procura por ingressos foi muito grande, fato que se comprovou no dia do evento com a lotação máxima da casa. Veja sob os olhares da nossa aluna, Yasmin Araujo, como foi essa noite fria, porém mágica no Theatro Municipal de SP.

Bom, 11 de agosto de 2018, sábado, 20h00, fui ao Theatro Municipal para assistir a Gala do Balé da Cidade de São Paulo (Panorama e Memória). Esta Gala de dança celebra a história dessas companhias, que, desde sua criação até hoje, são testemunhas inigualáveis de empenho. Esta brilhante ideia foi do diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo: Ismael Ivo. Foi do nosso grande mestre diretor que surgiu essa ideia magnífica de unir as duas companhias ao Balé da Cidade e fazer com que esta noite se tornasse mágica e realmente imperdível, com a presença das diretoras e primeira bailarina Ana Botafogo e Cecília Kerche. A presença delas na Gala para mim foi de extrema importância, porque, além de serem mestres da dança, são um exemplo de vida na área da dança. Eu amei! A experiência no Teatro Municipal de São Paulo foi incrível! Foi muito gratificante pra mim. Obrigada, Ballet Paraisópolis.

Sobre a apresentação, eu gostei muito e foi muito especial. Foram cinco coreografias. A primeira foi “O Lago do Cisne” (ato 2), executado pela São Paulo Companhia de Dança. Foi realmente incrível, uma sensação tão gostosa. Cada passo um toque, cada toque um sentimento. E a São Paulo Companhia de Dança deixou nítido o que é dançar com o personagem e a técnica.

A segunda coreografia, “Pas de Trois” (do ato 1 do Lago do Cisne) foi representado pelo Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Fiquei apaixonadíssima, pois o espetáculo conta o momento no qual os amigos do príncipe Siegfried apresentam-se no jardim do castelo real.

A terceira coreografia foi “Melodia de Gluck” (pas de deux), também representada pelo Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Gostei bastante também.

A quarta coreografia foi “Gopak” (solo), também representada pelo Municipal do Rio de Janeiro. “Gopak” é a dança popular da Ucrânia. Eu fiquei surpreendida com o bailarino Cícero Gomes. Um espetáculo, um artista fora do normal. Ele foi surreal, eu adorei!

O último balé foi representado pelo Balé da Cidade de São Paulo, com a coreografia “Adastra”, que foi meu predileto porque “Adastra” é uma filosofia da vida, um ponto de reflexão, como o percurso a seguir para encontrar a estrela que cada um carrega dentro de si.

Eu amei ter essa experiência com as três companhias e fiquei realmente muito feliz, muito obrigada! Isso não tem preço. Muito obrigada ao Theatro Municipal por sempre unir a área da dança.

Ass: Yasmin Araujo de Melo

#GalaBaléDaCidadeSP

Um pequeno grande bailarino no Festival de Dança de Joinville

Um pequeno grande bailarino no Festival de Dança de Joinville 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal. Preparados para mais um post?

Como vocês já sabem ou devem ter escutado falar, durante as últimas semanas o 36º Festival de Dança de Joinville (FDJ) movimentou a cidade catarinense e o mundo da dança. Dentre os milhares de bailarinos e participantes do FDJ, um garoto em especial fez valer sua presença no tão renomado festival.

Com apenas doze anos de idade, nosso aluno Luiz Fabiano subiu ao palco do Centreventos Cau Hansen (sede do Festival) e apresentou um Solo Contemporâneo no evento Mostra Competitiva, categoria Júnior. O curioso é que o Luiz ingressou no BP em junho de 2017 e, até então, nunca havia dançado ballet na vida! Mesmo com pouco tempo de aula, o jovem já encantou a todos com sua inteligência e educação, além de, é claro, seu grande talento para a dança.

Com menos de um ano de aula, ele embarcou no dia 25 de julho para Joinville rumo ao maior festival da América Latina. Confira no depoimento abaixo do Luiz como foi sua primeira viagem de avião, apresentação para um público superior a 4.200 pessoas e a conquista do ….. Ah! Isso vamos deixar que ele conta 😉

No dia 25 de julho eu fui para Joinville, a cidade da dança. Naquele dia eu estava muito ansioso, pois iria ser minha primeira viagem de avião. Quando nós chegamos no aeroporto eu estava muito alegre. Demorou um pouco para o avião desembarcar porque o voo se atrasou, mas nós embarcamos tranquilamente.

Nós chegamos no hotel e lá era tudo muito chique, logo depois nós fomos almoçar no shopping, num restaurante japonês. Depois nós fomos para a feira da sapatilha, um evento que acontece junto com o Festival de Dança de Joinville. Lá, mais tarde, eu fiz minha primeira apresentação em Joinville. O palco era ótimo e a plateia maravilhosa. Logo depois de se apresentar, nós fomos para o hotel, pois o dia seguinte seria muito agitado.

No dia seguinte nós acordamos e tomamos café no hotel. Em seguida, nós fomos para o Centreventos para ensaiar no palco, porque a noite eu iria me apresentar para os jurados. Mais tarde, mais precisamente 19h00, chegamos no Centreventos. Eu estava muito ansioso, pois nunca tinha me apresentado para os jurados e também nunca tinha me apresentado para uma plateia tão grande como aquela.

Eu, a diretora Monica e meu professor Fabrício ficamos na coxia, e o Jorge e a Gabriela ficaram cuidando da luz e do som. Quando comecei a dançar ainda não tinha caído a ficha de que eu estava dançando naquele palco imenso. Quando sai do palco fui correndo para encontrar os meus professores. Mais tarde, naquela mesma noite, saiu o resultado. Fiquei em 2º lugar. Mas para mim isso não importa. O que vale é a experiência que tive naquele lugar.

Pela manhã nós fomos conversar com os jurados. Todos eles disseram que eu estava de parabéns. Depois eu conheci um pequeno pedaço da escola do Bolshoi. Mais tarde voltamos para o hotel e depois voltamos para São Paulo.

Obrigado, Joinville!

Ass: Luiz Fabiano Lima Dias

#VaiLuiz

Garoto que cresceu em Paraisópolis encontra no Ballet uma oportunidade

Garoto que cresceu em Paraisópolis encontra no Ballet uma oportunidade 768 461 Ballet Paraisópolis

Reportagem realizada com a TV Brasil sobre o aluno David Rocha de apenas 13 anos.

Fonte: http://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2018/03/garoto-que-cresceu-em-paraisopolis-encontra-no-ballet-uma-oportunidade

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