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Dia Internacional da Dança

Dia Internacional da Dança 2048 1229 Ballet Paraisópolis
A data convida a colocar o corpo em movimento e descobrir (e redescobrir) os encantos da dança

Em 29 de abril é comemorado o Dia Internacional da Dança. A data, instituída em 1982 por iniciativa do Comitê Internacional da Dança (CID) da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), homenageia o mestre francês do balé Jean-Georges Noverre (1727-1810), nascido nesse dia.

Uma das primeiras e mais antigas formas de expressão da humanidade, a dança – em suas diversas modalidades – utiliza o corpo como ferramenta de comunicação e arte. Ajuda a desenvolver o equilíbrio, a coordenação motora, a definir o corpo e traz ainda outros inúmeros benefícios físicos e mentais.

Nos relacionamos com o mundo nos movimentando. Por meio dos movimentos e das narrativas que o corpo é capaz de criar podemos contar histórias. Portanto, a dica para quem ainda está em dúvida sobre qual estilo escolher é calçar a sapatilha, o tênis – ou o sapato mais adequado – e experimentar. O importante é colocar o corpo em movimento e aproveitar cada momento proporcionado pelo prazer de dançar.

Alonga, respira, concentra e foca

Disciplina, vontade, dedicação e foco. Quem decide seguir pelo caminho da dança – e pela futura profissionalização – deve ter essas palavras sempre em mente. Afinal, para subir ao palco e participar de um espetáculo (seja de qual modalidade de dança for), não basta apenas ensaiar e ter uma coreografia decorada. Também é preciso pesquisar e estudar o conceito da montagem, aprender a trabalhar e contribuir com os diversos membros da equipe de sua produção (como coreógrafo, figurinista e cenógrafo) e cuidar do corpo e da alimentação, entre outras atribuições. É preciso muito envolvimento, enquanto pessoa e grupo, para que no dia da apresentação tudo aconteça e termine conforme o planejado: em grande estilo e com muitos aplausos.

Para quem frequenta as salas de dança do Ballet Paraisópolis (BP), esses conceitos e fundamentos já são familiares. Afinal, durante um período de 8 anos, o aluno tem uma longa trajetória de estudos, que começa com um teste de seleção para entrar no projeto e termina com a formação profissional – quando ele se torna apto a ingressar no mercado de trabalho. Até lá, todo dia é dia de estudo e dedicação para que se possa alcançar a leveza e a precisão dos movimentos em sua plenitude. Até lá, todo dia é dia de alongar, respirar, concentrar, focar, vestir o collant, calçar a sapatilha, ensaiar, ensaiar, ensaiar, ensaiar, 1, 2,3,4, plié, tendu, jeté, rond de jambé.

A importância do processo de formação em dança

“Uma coisa é você se preparar para um espetáculo – quando repete uma coreografia à exaustão. A outra é ter o desenvolvimento de uma determinada técnica, aprendendo as partes dos fundamentos. Quando um bailarino se forma, ele se torna muito mais preparado”, fala o coreógrafo e bailarino Raymundo Costa, também coordenador dos Projetos Didáticos no Balé da Cidade de São Paulo. “Nos dias de hoje, é muito importante ter essa formação sólida. E além do balé clássico, é preciso ter conhecimento de outras técnicas de dança”, diz. “A Monica Tarragó [diretora do BP], cada vez mais, procura ferramentas para que os alunos tenham uma formação variada, para que eles consigam se inserir no mercado de trabalho no futuro. Ela busca profissionais capacitados, com formação sólida também. “O trabalho desenvolvido no BP é realmente muito forte.”

“O bailarino precisa organizar conteúdos técnicos e ter domínio do movimento para que consiga ‘conversar em movimento’ em diversos ambientes. E o educador em dança precisa saber como promover esses estímulos no bailarino. Isso é educação em dança. É isso o que fazemos aqui”, acrescenta Fabricio Domenichelli, educador em dança e professor de balé do Ballet Paraisópolis há quase três anos. “Entendo, acredito e defendo a linguagem da dança de uma forma educacional. Dá para aprender com dança, já que existem conteúdos na área que ajudam a transformar perspectivas de vida”, fala. “O que vejo acontecer no BP é uma educação que evolve a consciência do ser de forma orgânica. O aluno passa a entender o próprio corpo em diversos contextos – adquirindo domínio sobre ele e sobre as relações que vai construir por meio dele – e se torna uma pessoa mais crítica e autêntica. Acho que é esse o grande ‘gancho’ que a dança pode proporcionar.”

#DiaInternacionalDaDança

Audiodescrição, você sabe o que é?

Audiodescrição, você sabe o que é? 2048 1229 Ballet Paraisópolis

Oi pessoal, tudo bem?

No post de hoje revelaremos uma surpresa incrível que teremos em nosso espetáculo #Marias que acontecerá no dia 23 de novembro às 20h no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer.

Este será um evento muito especial, pois conseguiremos levar ao palco todos os nossos alunos em uma apresentação inédita. E como não queremos que ninguém fique de fora e também possa prestigiar esse espetáculo, contaremos com audiodescrição e tradução simultânea em libras durante toda apresentação. Incrível, não é mesmo?

Mas, vem cá, você sabe o que é audiodescrição?

A audiodescrição é…. espera, vamos deixar a audiodescritora Lívia Motta contar para vocês o que é e como será feito esse trabalho no dia 23 de novembro.

“O lindo espetáculo “Marias” que será apresentado pelo Ballet Paraisópolis, no dia 23 de novembro (sexta feira) no Auditório Ibirapuera, poderá ser assistido também por pessoas com deficiência visual, pois contará com audiodescrição. Este fantástico recurso de acessibilidade comunicacional amplia o entendimento e permite que as pessoas com deficiência visual possam entender e apreciar o espetáculo em igualdade de condições.

Audiodescrever um espetáculo de dança é um trabalho delicado e minucioso que precisa, necessariamente, incluir leveza na escolha das palavras, musicalidade na voz para narrar os movimentos e conhecimento de termos técnicos que traduzem os passos. Transformamos os movimentos delicados e elaborados do ballet, os lindos figurinos de muitos tutus pratos e românticos, a suave iluminação, o lindo cenário, em palavras. Tecemos ligações com o tema, com os argumentos das coreografias. Tudo isso, “junto e misturado”, para criar um todo significativo e compor um roteiro que acompanhe a estética do espetáculo.

Fotografia colorida de várias pessoas com deficiência visual na plateia de um teatro, usando fones de ouvido para audiodescrição. (Foto: Raoni Reis)

“Este fantástico recurso de acessibilidade comunicacional amplia o entendimento e permite que as pessoas com deficiência visual possam entender e apreciar o espetáculo em igualdade de condições.

 

Comecei a incluir termos mais técnicos na audiodescrição dos espetáculos de ballet, como os nomes, na sua grande maioria franceses, de passos elaborados, posturas, flexões e saltos. Para isso, tive que buscar literatura, contar com a ajuda dos coreógrafos e também dos próprios bailarinos. Mas foi o feedback de bailarinas com deficiência visual que assistiram ao espetáculo Quebra Nozes, realizado no Teatro Alfa no final de 2011, que foi determinante para isso, deixando evidente a necessidade de introduzir mais termos técnicos na audiodescrição, todos eles com uma breve explicação. Desta forma, é possível atender as expectativas tanto de leigos que podem conhecer e ampliar seu repertório cultural, como de profissionais da dança.

A possibilidade de ver com palavras um espetáculo permite as pessoas com deficiência visual o acesso a todas as informações visuais e, para os videntes, oferece uma oportunidade de entender mais sobre o enredo e os detalhes da apresentação. Com isso, é garantido o acesso a todos os telespectadores, os quais, ampliam o seu repertório cultural e desenvolvem o senso de observação.”

Texto de Lívia Motta, audiodescritora, formadora de audiodescritores e diretora da empresa VER COM PALAVRAS AUDIODESCRIÇÃO.

#MARIAS

Temporada 2018, SPCD no Teatro Alfa

Temporada 2018, SPCD no Teatro Alfa 768 461 Ballet Paraisópolis

Oi pessoal, tudo bem?

Estamos de volta aqui no #BlogBP para compartilhar com vocês nossa ida ao Teatro Alfa, no dia 16 de setembro, para assistir a São Paulo Companhia de Dança. O espetáculo contou com três coreografias do repertório da companhia e nossas alunas vão contar um pouco de como foi a experiência delas nesse dia.

“Fui convidada pelo Ballet Paraisópolis para assistir a uma apresentação no Teatro Alfa da São Paulo Companhia de Dança, que apresentou três coreografias: “Melhor Único Dia”, “14’20”, e “Odisséia”. O primeiro balé é uma obra contemporânea muito bem apresentada, repleta de movimentos diferentes, que chamou minha atenção e mostrou bem a intenção de que devemos viver cada dia como se fosse o último. O segundo balé foi o que mais me prendeu. Foi um duo contemporâneo muito interessante, com belos bailarinos que souberam interpretar, através da dança, as questões de tempo, amor, vida e morte.” Ass.: Priscila Pinheiro

“A primeira coreografia, chamada Melhor Único Dia, nós já conhecíamos, pois em uma visita da bailarina Beatriz Hack no projeto, aprendemos alguns passos. Tanto é que quando os bailarinos começaram a dançar, a gente começou a dançar junto. O espetáculo que eles fizeram foi tão deslumbrante que nós, que estávamos na platéia, conseguimos sentir e enxergar o que eles queriam passar, o sentimento, a agonia e a história. É inexplicável a energia e a inspiração que eles passam. Saio de lá querendo dançar mais e mais.”Ass.: Kemilly Luanda

“Nós bailarinos temos que ganhar o público, mas não apenas com beleza e sim com a alma, com o corpo e com o coração.” Ass.: Mariana Farias

#SPCD

Romeu e Julieta, Ballet de Santiago no Teatro Alfa

Romeu e Julieta, Ballet de Santiago no Teatro Alfa 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal.

Por acaso vocês já assistiram ao famoso balé de repertório “Romeu Julieta”?

Bom, no dia 18 de agosto, sábado, fomos até o Teatro Alfa e tivemos a oportunidade de levar 10 alunos para assistirem a releitura dessa clássica história de amor que há séculos encanta o público em todo o mundo.

A obra foi apresentada pela companhia chilena Ballet de Santiago, a qual tem como diretora desde 2004, a consagrada brasileira Marcia Haydée. Considerada uma das mais importantes coreografias do repertório da dança clássica, o balé “Romeu e Julieta”, releitura da famosa obra de Prokofiev baseada na peça de Shakespeare é uma interpretação rigorosa e divertida do clássico.

Confira nos depoimentos de nossos alunos  como foi essa noite especial no Teatro Alfa.

Sábado, dia 18 de agosto, recebemos um convite para assistir “Romeu e Julieta” no Teatro Alfa. Foi incrível, eu presenciei a história de um romance antigo. O que mais me impressionou foi a Julieta, ela me encantou, não só pelos seus movimentos e técnica, mas pelo seu romance com o Romeu. Me fez entender como entrar no personagem, como mostrar amor pela dança com técnica e prazer, eles me arrepiaram do pé até os últimos fios de cabelo. Ass: Mariana Farias

Foi a primeira vez que assisti esse ballet e foi muito mais do que imaginava. Sai do Teatro encantada com o que vi e vou levar para vida como inspiração, tanto da técnica como das expressões faciais que foram feitas pelos bailarinos. Ass: Giovana Ferreira

 O cenário foi espetacular. Gostei muito, pois eu nunca tinha visto de perto a troca de um cenário e foi tudo muito rápido, bastante divertido. Ass: Tamires Caroline

É um ballet dramático que possui muitas interpretações, intenções e depende muito dos bailarinos para ser bem entendido pelos telespectadores. A primeira bailarina foi simplesmente perfeita para o papel de Julieta, ela soube interpretar muito bem e tinha um físico maravilhoso, fiquei encantada com essa bailarina e espero ver mais físicos assim na minha vida. Espero ter outras oportunidades como esta, já fui algumas vezes no Teatro Alfa e sempre parece que é a primeira vez que que vejo ele. É o meu Teatro preferido, gostaria que todos tivessem essa oportunidade alguma vez na vida, é uma experiência única e emocionante. Obrigado Ballet Paraisópolis! Ass: Priscila Pinheiro

#Romeu&Julieta

A Gala do Balé da Cidade de São Paulo

A Gala do Balé da Cidade de São Paulo 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal.

No dia 11 de agosto, sábado, fomos convidados para assistir a Gala do Balé da Cidade de São Paulo. O evento aconteceu em comemoração aos 50 anos do BCSP e promoveu o encontro de três grandes companhias: Balé da Cidade de SP, São Paulo Companhia de Dança e Balé do Theatro Municipal do Rio do Janeiro, as quais dividiram o palco do Theatro Municipal de SP, unindo a dança clássica com o contemporâneo.

A procura por ingressos foi muito grande, fato que se comprovou no dia do evento com a lotação máxima da casa. Veja sob os olhares da nossa aluna, Yasmin Araujo, como foi essa noite fria, porém mágica no Theatro Municipal de SP.

Bom, 11 de agosto de 2018, sábado, 20h00, fui ao Theatro Municipal para assistir a Gala do Balé da Cidade de São Paulo (Panorama e Memória). Esta Gala de dança celebra a história dessas companhias, que, desde sua criação até hoje, são testemunhas inigualáveis de empenho. Esta brilhante ideia foi do diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo: Ismael Ivo. Foi do nosso grande mestre diretor que surgiu essa ideia magnífica de unir as duas companhias ao Balé da Cidade e fazer com que esta noite se tornasse mágica e realmente imperdível, com a presença das diretoras e primeira bailarina Ana Botafogo e Cecília Kerche. A presença delas na Gala para mim foi de extrema importância, porque, além de serem mestres da dança, são um exemplo de vida na área da dança. Eu amei! A experiência no Teatro Municipal de São Paulo foi incrível! Foi muito gratificante pra mim. Obrigada, Ballet Paraisópolis.

Sobre a apresentação, eu gostei muito e foi muito especial. Foram cinco coreografias. A primeira foi “O Lago do Cisne” (ato 2), executado pela São Paulo Companhia de Dança. Foi realmente incrível, uma sensação tão gostosa. Cada passo um toque, cada toque um sentimento. E a São Paulo Companhia de Dança deixou nítido o que é dançar com o personagem e a técnica.

A segunda coreografia, “Pas de Trois” (do ato 1 do Lago do Cisne) foi representado pelo Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Fiquei apaixonadíssima, pois o espetáculo conta o momento no qual os amigos do príncipe Siegfried apresentam-se no jardim do castelo real.

A terceira coreografia foi “Melodia de Gluck” (pas de deux), também representada pelo Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Gostei bastante também.

A quarta coreografia foi “Gopak” (solo), também representada pelo Municipal do Rio de Janeiro. “Gopak” é a dança popular da Ucrânia. Eu fiquei surpreendida com o bailarino Cícero Gomes. Um espetáculo, um artista fora do normal. Ele foi surreal, eu adorei!

O último balé foi representado pelo Balé da Cidade de São Paulo, com a coreografia “Adastra”, que foi meu predileto porque “Adastra” é uma filosofia da vida, um ponto de reflexão, como o percurso a seguir para encontrar a estrela que cada um carrega dentro de si.

Eu amei ter essa experiência com as três companhias e fiquei realmente muito feliz, muito obrigada! Isso não tem preço. Muito obrigada ao Theatro Municipal por sempre unir a área da dança.

Ass: Yasmin Araujo de Melo

#GalaBaléDaCidadeSP

Um pequeno grande bailarino no Festival de Dança de Joinville

Um pequeno grande bailarino no Festival de Dança de Joinville 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal. Preparados para mais um post?

Como vocês já sabem ou devem ter escutado falar, durante as últimas semanas o 36º Festival de Dança de Joinville (FDJ) movimentou a cidade catarinense e o mundo da dança. Dentre os milhares de bailarinos e participantes do FDJ, um garoto em especial fez valer sua presença no tão renomado festival.

Com apenas doze anos de idade, nosso aluno Luiz Fabiano subiu ao palco do Centreventos Cau Hansen (sede do Festival) e apresentou um Solo Contemporâneo no evento Mostra Competitiva, categoria Júnior. O curioso é que o Luiz ingressou no BP em junho de 2017 e, até então, nunca havia dançado ballet na vida! Mesmo com pouco tempo de aula, o jovem já encantou a todos com sua inteligência e educação, além de, é claro, seu grande talento para a dança.

Com menos de um ano de aula, ele embarcou no dia 25 de julho para Joinville rumo ao maior festival da América Latina. Confira no depoimento abaixo do Luiz como foi sua primeira viagem de avião, apresentação para um público superior a 4.200 pessoas e a conquista do ….. Ah! Isso vamos deixar que ele conta 😉

No dia 25 de julho eu fui para Joinville, a cidade da dança. Naquele dia eu estava muito ansioso, pois iria ser minha primeira viagem de avião. Quando nós chegamos no aeroporto eu estava muito alegre. Demorou um pouco para o avião desembarcar porque o voo se atrasou, mas nós embarcamos tranquilamente.

Nós chegamos no hotel e lá era tudo muito chique, logo depois nós fomos almoçar no shopping, num restaurante japonês. Depois nós fomos para a feira da sapatilha, um evento que acontece junto com o Festival de Dança de Joinville. Lá, mais tarde, eu fiz minha primeira apresentação em Joinville. O palco era ótimo e a plateia maravilhosa. Logo depois de se apresentar, nós fomos para o hotel, pois o dia seguinte seria muito agitado.

No dia seguinte nós acordamos e tomamos café no hotel. Em seguida, nós fomos para o Centreventos para ensaiar no palco, porque a noite eu iria me apresentar para os jurados. Mais tarde, mais precisamente 19h00, chegamos no Centreventos. Eu estava muito ansioso, pois nunca tinha me apresentado para os jurados e também nunca tinha me apresentado para uma plateia tão grande como aquela.

Eu, a diretora Monica e meu professor Fabrício ficamos na coxia, e o Jorge e a Gabriela ficaram cuidando da luz e do som. Quando comecei a dançar ainda não tinha caído a ficha de que eu estava dançando naquele palco imenso. Quando sai do palco fui correndo para encontrar os meus professores. Mais tarde, naquela mesma noite, saiu o resultado. Fiquei em 2º lugar. Mas para mim isso não importa. O que vale é a experiência que tive naquele lugar.

Pela manhã nós fomos conversar com os jurados. Todos eles disseram que eu estava de parabéns. Depois eu conheci um pequeno pedaço da escola do Bolshoi. Mais tarde voltamos para o hotel e depois voltamos para São Paulo.

Obrigado, Joinville!

Ass: Luiz Fabiano Lima Dias

#VaiLuiz

Um encontro especial com Malala Yousafzai

Um encontro especial com Malala Yousafzai 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal. O post de hoje é MUITO especial!

No dia 09 de julho tivemos a oportunidade de participar de um encontro inédito com a paquistanesa e mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai.

Foi a primeira vez de Malala no Brasil! A convite do Itaú, ela participou de uma conversa muito interessante sobre educação e a importância da leitura, lá no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer. O evento, que era fechado para convidados, contou com a participação de grandes personalidades e foi mediado pela jornalista Adriana Carranca.

Desde que o evento foi divulgado tentamos de todas as formas levar nossos alunos lá, para, ao menos, poderem escutar algumas palavras da jovem Malala. Infelizmente não foi possível levar todos, mas conseguimos dois convites, graças a ajuda da Agência Tudo (obrigado!). Portanto,  foram ao Auditório a nossa diretora Monica Tarragó, e a aluna Mariana Farias, de 14 anos, representar o Ballet Paraisópolis no tão esperado evento.

E como já era de se esperar o evento foi INCRÍVEL. Era possível ver o encanto nos olhos da Mariana, que permaneceu super concentrada desde a entrada no Auditório até a saída. Ao final do evento pedimos para que ela colocasse no papel sua opinião sobre o evento. Dessa maneira, ela poderia absorver ainda mais tudo aquilo que foi abordado e depois contar para os demais alunos do BP como tinha sido essa experiência única.

As palavras da Mariana são emocionantes e nos mostram o quanto Malala continua nos inspirando. Vejam o depoimento:

Bom, pela primeira vez entrei no Ibirapuera, não pra dançar, mas sim como espectadora e isso foi incrível pra mim. É uma sensação inexplicável, porque eu estava ali sentada para esperar uma mulher, mas não uma qualquer, uma mulher chamada Malala Yousafzai, que levou um tiro pelo simples motivo de querer estudar.

Quando Malala Yousafzai entrou pela coxia e começou a falar sobre o que aconteceu com ela, percebi na mesma hora, no mesmo instante, que ela tinha virado a minha inspiração. Eu sentia que Malala me entendia e isso só fez, só está fazendo, eu lutar e nunca desistir dos meus sonhos e seguir a minha carreira pela educação e pela leitura.

Malala é uma mulher incrível que vai ajudar o Brasil a ser um lugar melhor, e ela vai fazer isso usando a educação, fazendo parcerias com algumas organizações. No dia da palestra, Malala respondeu a todos que a gente tem esse poder, o poder da voz, o poder do voto. Nós temos isso em mãos. Respondeu também que ela tirava a inspiração de poder estar viva no outro dia, porque onde ela nasceu existem muitas guerras, muitas bombas, e só o fato dela respirar, falar, poder estudar e ler no outro dia, já era de grande importância para ela.

Eu sou muito grata por poder ver ela, e uma frase que ela disse e que me emocionou, foi que mesmo se ela não tivesse o apoio dos pais, não desistiria e nunca deixaria de lutar pelo que ela acredita. E isso me comove porque nunca tive o apoio de meu pai e uso ela (Malala Yousafzai) como um motivo de nunca deixar de correr atrás dos meus sonhos…s2

Ass: Mariana Farias

#MalalaYousafzai

 

Chegamos =)

Chegamos =) 768 461 Ballet Paraisópolis

Olá, pessoal! O Ballet Paraisópolis adora contar as novidades para vocês, portanto, nada melhor do que mais um canal para conversarmos! O que acham? É com muita felicidade que anunciamos a chegada do nosso blog. Por aqui poderemos nos manter cada vez mais próximos, seja com notícias relacionadas ao mundo do ballet ou contando histórias de nossos alunos e alunas.

Se assistir ao vídeo de uma viagem nossa já é muito legal, imagina ler sobre os bastidores de uma experiência como essa? Este canal foi feito pensando exclusivamente em vocês, para que saibam exatamente o que acontece quando essa criançada se junta (claro que inclui aquela baguncinha básica, né?)

Além de lhes manter informados sobre a ‘nossa casa’, iremos compartilhar novidades interessantes sobre o ballet, que faz parte da vida de cada um de nós! Esperamos vê-los sempre por aqui. Sejam bem-vindos!

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